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Materialidade ESG: financeira e dupla, alinhada ao auditor

Identifique os temas que importam para investidores e os impactos materiais para sociedade e meio ambiente. Base de CSRD, GRI, IFRS S1/S2 e CVM 193.

Empresas que confiam na Mangue Tech

Banco do Brasil
Caixa
Rock in Rio
Hotmart
Petlove
Multilaser
Eztec
Comerc
A.C. Camargo
Grupo Marista

Consultoria + Plataforma

Dados operacionais viram indicadores ESG auditáveis.

Consultoria especialista que entende materialidade ESG. Plataforma que automatiza o cálculo, versiona o dado e exporta no formato que o regulador exige.

Consultoria

Gestão de dados ESG e compliance, com especialista que entende seu setor.

Plataforma

Software próprio que automatiza cálculos, indicadores e exportações.

Reportes auditáveis

Inventário GEE, plano de descarbonização e relatórios prontos pra auditor.

Plataforma Mangue Tech · home da organização
90%

Menos tempo

Coleta automatizada vs. planilha manual.

20+

Frameworks globais

IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB, GHG, CDP…

60k+

Fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent.

Como a Mangue atua

4 passos. Do diagnóstico ao relatório auditável.

01

Diagnóstico

Saiba quais riscos ESG impactam seu negócio e o que o regulador vai exigir.

02

Estrutura

Dados organizados, processos definidos e tudo pronto pra qualquer verificação.

03

Operação

Cálculos de emissões, metas de descarbonização e monitoramento contínuo.

04

Reportes auditáveis

Conformidade ativa com IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB e GHG Protocol.

Entregas Mangue para materialidade ESG

Cada entrega é um pacote completo: consultor + plataforma + relatório auditável. Clique pra ver como aplicamos.

Frameworks que aplicamos

O serviço

O que é.

A análise de materialidade é o exercício de identificar e priorizar os temas ESG que importam para a sua empresa. Sem uma matriz consistente, o relato de sustentabilidade vira lista de boas intenções: nem investidor confia, nem stakeholder reconhece.

Para companhias abertas no Brasil, a CVM Resolução 193/2023 obriga reporte alinhado ao IFRS S1/S2 a partir do exercício 2026, materialidade financeira. Para empresas com matriz ou clientes europeus, a CSRD/ESRS exige dupla materialidade (impacto + financeira) com auditoria limitada. Sem materialidade bem fundamentada, não passa em nenhuma das duas.

Entregamos uma matriz priorizada de 8 a 12 temas (não 30), com metodologia documentada, evidências de engajamento de stakeholders e justificativa por tema. O auditor lê e aceita. O investidor lê e entende. O time interno usa para priorizar.

Entrega

Como entregamos.

Etapa 01

Universe de temas: cruzamos GRI Standards, ESRS E1-E5/S1-S4, SASB do seu setor, IFRS S1/S2 e benchmark de 3 a 5 pares globais. Tipicamente 24 a 30 candidatos iniciais.

Etapa 02

Engajamento de stakeholders: surveys estruturadas (investidores, clientes, fornecedores, colaboradores), entrevistas com lideranças e workshops com comunidades quando aplicável. Sem viés, com amostra defensável.

Etapa 03

Priorização e matriz: análise quantitativa + qualitativa, classificação em materialidade de impacto (outside-in) e materialidade financeira (inside-out). Entregamos a matriz, a metodologia documentada e o caderno de evidências.

Quem usa, comenta

Resultado em escala industrial.

Tecnologia

“Precisava de algo com interface simples pro usuário final. Quando veio a Mangue com o olhar de simplificar, com outras formas de chegar no dado, ajudou bastante.”
Edvania Silva
Gerente de ESG · Hotmart

Indústria têxtil

“Hoje podemos dizer que temos dados consistentes, de forma organizada, que servem pra que possamos seguir ainda melhor no futuro. Essa é a principal função da plataforma: nos dar visualização de algo que não era visível a todos.”
Thiago Martins
Diretor jurídico e compliance · Santista

Frameworks envolvidos

Pensado para o que seu auditor exige.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Qual a diferença entre materialidade financeira e dupla materialidade?

Materialidade financeira identifica os temas ambientais, sociais e de governança que afetam o valor da empresa, na linha do IFRS S1 e S2, normas internacionais de sustentabilidade. A dupla materialidade, pedida pela CSRD (diretiva europeia de relato de sustentabilidade), acrescenta os impactos da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente. A CSRD cobra as duas lentes.

Empresa brasileira precisa fazer dupla materialidade?

Depende da exposição à Europa. A CSRD (diretiva europeia de relato de sustentabilidade) exige dupla materialidade de quem está no escopo dela: empresas com matriz ou clientes europeus. Sem essa exposição, o caminho usual é a materialidade financeira, alinhada ao IFRS S1 e S2, normas internacionais de divulgação de sustentabilidade.

Reporte de sustentabilidade é obrigatório no Brasil?

Hoje, não. A Resolução 244 da CVM, a Comissão de Valores Mobiliários, publicada em maio de 2026, revogou a obrigatoriedade que a Resolução 193/2023 havia criado. O regime é de publique ou explique: quem não publica precisa justificar. Quem reporta segue o IFRS S1 e S2, e isso começa por uma matriz de materialidade defensável.

Quem verifica ou certifica a matriz de materialidade?

Um organismo verificador externo, como Bureau Veritas, SGS, DNV ou TÜV. A Mangue prepara e estrutura a matriz, com metodologia documentada e caderno de evidências, mas não audita, não certifica e não emite parecer. A matriz tampouco substitui a auditoria limitada que a CSRD, diretiva europeia de relato de sustentabilidade, exige de quem está no escopo dela.

Quantos temas entram na matriz de materialidade?

De 8 a 12 temas priorizados, não 30. O ponto de partida é maior: cruzando padrões de relato (GRI, ESRS e o SASB do seu setor), o IFRS S1 e S2 e um benchmark de 3 a 5 pares globais, saem tipicamente 24 a 30 candidatos. A priorização corta a lista com justificativa por tema.
Conversa com especialista

Quem atende é quem entrega.

Diagnóstico, escopo e proposta no mesmo dia. Direto com o especialista que vai conduzir o projeto.