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GRI

Relatório GRI Standards com dados rastreáveis

Universal Standards 2021 e tópicos ambientais GRI 305 (emissões) e GRI 306 (resíduos). Reporte com trilha auditável.

Como fazer um relatório de sustentabilidade segundo o GRI

Para fazer um relatório de sustentabilidade segundo o GRI, a empresa define materialidade, coleta indicadores com evidência, redige conforme os GRI Standards e publica com o GRI Content Index; a Mangue Tech conduz esse processo e entrega o relatório em PDF e, se contratado, em versão online navegável.

  1. Materialidade (GRI 3).

    Liste os temas que importam para o negócio e para quem ele afeta. Sem isso, o relatório vira catálogo.

  2. Divulgações gerais (GRI 2).

    Estruture governança, estratégia e perfil da organização no formato que o padrão pede.

  3. Indicadores por tema.

    Colete o dado quantitativo e qualitativo de cada tópico material — com origem, responsável e documento anexado.

  4. Clima e emissões (GRI 305, quando material).

    Use inventário de escopos 1, 2 e 3 com fator referenciado; o inventário é insumo do relatório, não o relatório.

  5. GRI Content Index.

    Monte o índice completo, referenciado, pronto para asseguração externa quando o projeto pedir.

  6. Publicação.

    Entregue PDF e, se fizer sentido, versão online navegável a partir do mesmo dado.

Quem conduz

A Mangue Tech combina consultoria e plataforma: define escopo GRI com a empresa, organiza a coleta na plataforma e entrega o relatório pronto — inclusive Content Index e trilha do dado até a fonte.

Empresas que confiam na Mangue Tech

Banco do Brasil
Caixa
Rock in Rio
Hotmart
Petlove
Multilaser
Eztec
Comerc
A.C. Camargo
Grupo Marista

Consultoria + Plataforma

Dados operacionais viram indicadores ESG auditáveis.

Consultoria especialista que entende GRI. Plataforma que automatiza o cálculo, versiona o dado e exporta no formato que o regulador exige.

Consultoria

Gestão de dados ESG e compliance, com especialista que entende seu setor.

Plataforma

Software próprio que automatiza cálculos, indicadores e exportações.

Reportes auditáveis

Inventário GEE, plano de descarbonização e relatórios prontos pra auditor.

Plataforma Mangue Tech · home da organização
90%

Menos tempo

Coleta automatizada vs. planilha manual.

20+

Frameworks globais

IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB, GHG, CDP…

60k+

Fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent.

Como a Mangue atua

4 passos. Do diagnóstico ao relatório auditável.

01

Diagnóstico

Saiba quais riscos ESG impactam seu negócio e o que o regulador vai exigir.

02

Estrutura

Dados organizados, processos definidos e tudo pronto pra qualquer verificação.

03

Operação

Cálculos de emissões, metas de descarbonização e monitoramento contínuo.

04

Reportes auditáveis

Conformidade ativa com IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB e GHG Protocol.

Entregas Mangue para GRI

Cada entrega é um pacote completo: consultor + plataforma + relatório auditável. Clique pra ver como aplicamos.

Frameworks que aplicamos

O framework

O que é, e por que importa.

Os GRI Standards são o framework de reporte de sustentabilidade mais adotado no mundo. A revisão Universal Standards 2021 consolidou a estrutura em três blocos: Foundation (GRI 1), General Disclosures (GRI 2) e Material Topics (GRI 3).

Para emissões, o GRI 305 exige divulgação de escopos 1, 2 e 3, intensidade de emissões, redução alcançada e metodologia utilizada. O GRI 306 cobre gestão de resíduos e efluentes.

A GRI é compatível e complementar com SASB, CDP e CSRD/ESRS. Muitas empresas usam GRI como base do relatório integrado e fazem mapeamentos cruzados com outros frameworks.

Em escala

Quando a norma atualiza, o motor de cálculo já está pronto.

20+

frameworks suportados

GHG Protocol, CSRD, IFRS S2, CDP, GRI, SASB, CBAM, SBCE. Uma base só.

60k+

fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent. Todos versionados, com fonte, ano e gás.

4

escopos cobertos

Escopos 1, 2, 3 e biogênicos. Operacional e financeiro. Tudo entra.

Aplicabilidade

Para quem se aplica.

  • Empresas que publicam relatórios de sustentabilidade voluntários ou obrigatórios (B3 recomenda GRI para listadas no ISE).
  • Organizações que precisam demonstrar transparência ESG para investidores, clientes e reguladores.
  • Empresas que respondem ao CDP ou CSRD e querem um framework complementar para stakeholders mais amplos.

Como entregamos

Da fonte ao auditor.

01 · etapa

Realizamos a definição de tópicos materiais conforme GRI 3, com engajamento de stakeholders.

02 · etapa

Estruturamos as divulgações obrigatórias (GRI 2) e específicas por tópico, integrando dados quantitativos da plataforma Mangue (GRI 305) com informações qualitativas.

03 · etapa

Entregamos o índice GRI Content Index completo, referenciado e pronto para asseguração externa.

Por setor

Setores que mais usam.

Serviços

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Mesmos dados. 20+ saídas.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Como fazer um relatório de sustentabilidade segundo o GRI?

Um relatório segundo o GRI começa pela materialidade, segue com coleta de indicadores, redação alinhada aos GRI Standards e o GRI Content Index antes da publicação. A Mangue Tech conduz esse processo com a empresa e publica o relatório em PDF e, se desejado, em versão online navegável. Guia detalhado: Relatório de sustentabilidade: o que é e como fazer. Serviço: relatório de sustentabilidade.

Relatório de sustentabilidade é obrigatório no Brasil?

Não. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revogou, pela Resolução 244 de maio de 2026, a obrigatoriedade que a Resolução CVM 193/2023 havia criado. Hoje o reporte é voluntário, no regime publique ou explique: quem não publica precisa justificar. Os GRI Standards seguem como o framework de reporte de sustentabilidade mais adotado no mundo.

Qual a diferença entre GRI 2, GRI 3 e GRI 305?

Os GRI Standards se organizam nos Universal Standards 2021, com três blocos: Foundation (GRI 1), General Disclosures (GRI 2) e Material Topics (GRI 3). O GRI 2 reúne as divulgações gerais da organização e o GRI 3 define os tópicos materiais. Já o GRI 305 é o padrão temático de emissões; o GRI 306 cobre resíduos e efluentes.

Já faço inventário de emissões. Preciso do GRI 305?

O inventário gera o dado; o GRI 305 é a forma de divulgá-lo. O padrão pede escopos 1, 2 e 3, intensidade de emissões, redução alcançada e a metodologia utilizada. A Mangue integra o dado quantitativo da plataforma às divulgações do GRI 305, junto das informações qualitativas do relatório.

A Mangue audita ou certifica o relatório GRI?

Não. A Mangue prepara e estrutura: definição dos tópicos materiais conforme o GRI 3, as divulgações do GRI 2 e as específicas por tópico, e o GRI Content Index completo e referenciado, pronto para asseguração externa. Quem emite parecer ou certificado é um organismo verificador independente, como Bureau Veritas, SGS, DNV ou TÜV.

Quem já responde ao CDP precisa de GRI também?

Depende do público que a empresa quer atender. Os GRI Standards são compatíveis e complementares ao CDP, ao SASB e à CSRD/ESRS, outros frameworks de reporte de sustentabilidade. Muitas empresas usam a GRI como base do relatório integrado e fazem mapeamentos cruzados com os demais.

Cada framework merece a sua trilha auditável.